terça-feira, 24 de julho de 2007


Eu quero a delicadeza do sorriso e a firmeza do abraço...

segunda-feira, 23 de julho de 2007


eu até lembrei das rosas que dão no inverno, mas guardei tuas cartas com letra de fôrma...mas já não sei de que forma mesmo você foi embora
a canção tocou na hora errada.

domingo, 22 de julho de 2007


"Chuva bate na janela e eu me lembro de nós dois aqui..."

sábado, 21 de julho de 2007

Tudo virou saudade


É o momento do parto, da separação...Hora de cada um seguir o destino que quer. Como borboletas desabrochamos pra vida, agora com asas que estão prontas para serem usadas. E como querem ser usadas. Voam para direções opostas, gostos diferentes, brisas diferentes. Buscam um lugar que é seu, que caiba direitinho nos seus sonhos, sonhos de tamanhos diferentes, lugares diferentes.
Procuram saídas, atalhos pra se reencontrarem. Horários não se batem mais, nem a localização geográfica parece ajudar. Não vão se encontrar no metrô nem numa visita ao dentista. Talvez nunca mais se vejam. Por mais estranho que pareça estão felizes e aquela amizade de anos já não cabe mais. Mas continua ali, guardada para o momento do reencontro. Talvez se telefonem por um ou dois anos, não mais que isso, salva raras exceções... Terão novos amigos, mas nunca esquecerão dessa época, da tristeza da separação, do último ano que estiveram juntos.

Tudo virou saudade.

[Homenagem aos meus coleguinhas de 3º ano - Colégio Anchieta BA]

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Quem sabe mais tarde...


Olho pela janela e vejo um mundo quadrado. Você aqui comigo. Não me diz nada. Apenas me olha. Gosto de sentir que me olha quando não estou vendo. Continuo olhando pela janela, passam pássaros e aviões, carros e bicicletas. O mundo corre lá fora. Você não diz nada. Agora suspira. Pega na minha mão como se quisesse me trazer de volta. Agora lá fora passam crianças e velhos. De onde vêm? Pra onde vão? Entra uma brisa que causa arrepio e sua mão escorre pelo meu corpo. Pára na face e a acaricia. Tenta me roubar...busca meu olhar... Parece que por um segundo o desconhecido me parece mais interessante. Me pergunta sobre o amor, não digo nada. Suspiro. Suspira. Pergunta-me sobre a gente. Quanto a nós dois, quem sabe mais tarde.