quarta-feira, 9 de maio de 2007

O exemplo não é a melhor forma de ensinar alguma coisa para alguém. É a única forma.


O ditado "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" é mais que velho, é ultrapassado. Não se pode influenciar apenas pelo diálogo. Uma ação vale mais que mil palavras. Ficar apenas no discurso é a pura expressão da hipocrisia.
O maior exemplo de influência a partir dos atos é na relação entre pais e filhos. Crianças tendem a imitar os pais e é assim que elas aprendem, por exemplo, a falar.Já quando chega na adolescência, os pais são vistos como heróis ou repressores. Nos dois casos o exemplo é fundamental, porque se são vistos como heróis, a tendência é serem imitados e se são encarados como repressores, um dos argumentos dos filhos para fazerem coisas "erradas" é: "se você faz, por que eu não posso fazer também?".
Os amigos e a mídia influem na forma de "modinhas". Fazer algo ou não, como, por exemplo, fumar, define em qual grupo da sociedade a pessoa irá se encaixar e ser aceita. Quando o jovem vê todas as pessoas fazendo algo "errado" acaba seguindo a maioria e fazendo também. O erro acaba assumindo uma forma comum.
É importante a conscientização dos formadores de opinião para que diminuam-se os maus exemplos, propiciando a formação de uma sociedade mais honesta e com bons costumes. Palavras se perdem ao vento, atos não.


Aline Sodré

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