quinta-feira, 7 de junho de 2007

Quantos homens da nossa vida já passaram e, definitivamente, não eram os homens da nossa vida?


Pra mim é muito difícil falar sobre isso, há apenas três meses terminei um namoro de dois anos que eu achei que fosse durar pra sempre. Quando se tem vinte e poucos anos é tudo tão definitivo. Quantos homens da nossa vida já passaram e, definitivamente, não eram os homens da nossa vida? Pois sim, já que comecei a falar cabe a mim explicar o motivo da separação.
Sabe quando parece que tudo conspira pra discutirmos? Foi justamente o que aconteceu. Parece que um problema vem imediatamente sucedido por outro, tudo muito desencontrado. Pois bem, melhor terminar. Melhor? Talvez! A falta faz, a saudade dói, mas a sensação que poderia ter sido muito pior se continuasse, de certa forma, atenua.
"Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT!
Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito 'do próximo'.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você."

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