sábado, 23 de fevereiro de 2008

Foguete Bar


Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece. Ontem eu estava completamente ímã de louco. O carioca-junior que não sabia dançar forró e era primo de Bruno. O louco que se achava gatinho (imagina a criatura), o personal trainner-engenheiro-dançarino-professor-expert em cidades do interior e em bandas de forró-junior. Pois sim... Parece que a cidade está infestada de “Júniors”. Talvez seja a melhor forma de não-identificação, afinal, Júnior não é nome.
O lindo e gostoso que se acha e é arrocheiro que começou a rebolar na minha frente (acho que ele queria que eu olhasse pra bunda dele. Olhei c.l.a.r.o.!). O carinha que encara e não chega. O baixista da banda de axé fein que dói na alma, mas que é artista, né? Fazer o quê? O prêi-bói baixinho e metido. Aiiin! Essa vida é dura.
Tirando todas essas figuras exóticas, a noite foi ótima e o forró estava 10. Lulu Cirne arrasando na dança (perdi o show dela =/) e todas aquelas pessoas que dão na cara que fazem dança de salão. Lindo demais.
Pessoas maravilhosas me fazendo companhia e Tati como sempre empolgadíssima. A Faculdade Bahiana de Medicina toda lá e eu! A equipe qboa toda lá e não eu.
Preciso de mais noites dessas.

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